Se você não vê sentido algum na vida e sofre muito por isso, há uma grande chance de melhorá-la buscando sentir o real amparo da Providência que, quando consumado, promove um processo físico de transformação da própria consciência, deixando-o muito menos vulnerável às ameaças mundanas e à falsa, distorcida e impiedosa noção de realidade imposta pelo materialismo, a qual limita, sufoca ou até desfigura a natureza humana de um indivíduo. Sendo ateu completo ou demasiado cético, é inteligível que você tenha dificuldade em chegar até Deus através de uma religião ou ideologia. Logo, é preciso que você mesmo experiencie, na prática, um encontro com a Força Divina. Eu, uma criatura profusamente racional, remotamente sugestionável e predominantemente fria (não me emociono fácil), tive esse encontro e relato-o, aqui, com intensa racionalidade e abundante reflexão, sem fazer quaisquer referências religiosas (não que estas sejam inválidas: ao contrário, são o meio mais fácil de se chegar à Providência. No entanto, não funcionam com os mais endurecidos de coração, que mais procuram pensar do que sentir). Tratarei de uma interação, sem intermediários, entre um indivíduo "cru" de espiritualidade e uma Força da Natureza real, com identidade própria.
DA RAZÃO À REDENÇÃO
Introdução:
Sempre fui muito cético quanto a Deus. Desde cedo, adotei a Razão, o raciocínio lógico, como norte para minha vida. Tanto desenvolvi a razão que esta se sobrepôs à própria noção de realidade, "sentindo-se" no direito e capacidade de atestar o que é certo, errado, existente ou inexistente apenas com base no pensamento científico (eu achava que fosse possível), numa demonstração prepotente e inviável de auto-suficiência. No entanto, cada um de nós tem só uma versão do que é a realidade, pois não conhecemos, de fato, a Verdade pura e bruta do universo.
Assim sendo, é - no mínimo - irresponsável de nossa parte dizer que Deus ou qualquer outro ser invisível inexista só porque não conseguimos detectá-lo com a nossa Ciência vigente. Em contrapartida, a grande maioria dos seres humanos acredita em um Deus, e quando se pergunta o porquê, não se tem uma resposta definitiva, lógica. É uma intuição, apenas sentem. O corpo, simplesmente, parece ter o receptor apropriado para tal função, independendo da nossa limitada Ciência para existir.
Estariam sugestionados desde a infância a acreditar Nele? Foram obrigados a procurar uma crença com o intuito de dar sentido às suas vidas? Ou realmente o ser Deus existe, com presença física e identidade própria? Não importa qual hipótese seja verdadeira. O resultado todos nós, portadores de bom senso, já sabemos: suporta melhor os obstáculos da vida quem acredita e sente que Deus pode ajudá-lo. É uma das poucas coisas que não se pode comprar e que consegue tornar possível a sobrevivência e até o desfrutar da própria vida de uma pessoa completamente desprovida de recursos materiais e intelectuais, pois, se a Natureza enveredasse pela Lógica Humana, o mais fraco nunca teria artifícios para sobreviver numa realidade binária, em que ou se é forte e/ou rico ou fraco e/ou pobre.
Diante disso, parecia-me ilógico ser ateu, devido à probabilidade de Deus existir ser maior do que a de Ele inexistir, garantida pelo maior número e diversidade cultural de pessoas que têm fé em Deus, em detrimento da reduzida quantidade de céticos pertencentes a uma classe com predominância científica, essencialmente racional e portanto, limitada. Logo, acreditava que Deus existia, posto que para outras pessoas esse sentimento era significativo, real e até sagrado. Todavia, se tais pessoas até mais ignorantes ou de índole pior do que a minha podiam desfrutar de Deus e sua proteção, por que eu não poderia também?
Iniciou-se, então, minha procura por Deus, não com o intuito romantizado de encontrar o sentido da vida, mas simplesmente pelo desejo egoísta de também desfrutar de tal proteção, já que me parecia injusto competir com outros indivíduos que se muniam de amparo divino. Questão puramente energético-quantitativa, já que eu não queria sair em desvantagem. Passei 10 longos anos procurando mecanismos físicos para sentir Deus e até os mais clássicos, como orações, religiões e toda a sorte de cultura e estudos a esse respeito.
Longos e inúmeros foram meus "sermões" em monólogo sobre o porquê de Deus não permitir que eu O sentisse, uma vez que estava afoito e desesperado por tal sensação. De nada me adiantaram as súplicas para Ele, tampouco os meus pedidos "sinceros" para que o Todo Poderoso entrasse em meu coração e fizesse dele Sua morada, já que, invariavelmente, meus pedidos disfarçavam-se do, agora, "objetivo nobre de dar sentido à própria vida", mas que, em verdade, tinham sempre o fim de obter sucesso no campo amoroso, profissional e intelectual. Era de se esperar, por conseguinte, que tais súplicas fervorosas de auto-sugestão forçada logo se transformassem em reclamações frustradas minutos depois, quando meu imediatismo sufocante detectava taxativamente a ausência de Deus.
No auge da minha via crucis, cheguei à terrível e ingênua teoria de que Deus era uma "energia confortante cumulativa que se propagava mediante interações emocionais afetivas entre cérebros a curtas distâncias", em face de algumas conclusões meramente arbitrárias resultantes de minha observação. Energia "confortante", porque deixava menos ansiosa a pessoa que sentia a proteção divina. "Cumulativa", pois sentir ou não Deus parecia depender da concentração de certa energia sutil acumulada com o passar do tempo, explicando porque é difícil, tanto o ateu de acreditar em Deus, instantaneamente, quanto o crente fiel abandonar sua crença de forma abrupta. "Propaga-se por interações emocionais de afetividade entre cérebros a curtas distâncias", justamente porque o afeto é a força que faz o ser humano integrar-se à realidade, ser aceito e, assim, viver melhor, posto que construtivo. Obviamente, tal não seria alcançado com ódio (destrutivo). E, por fim, a "curtas distâncias", porque um traço marcante nos que acreditam em Deus é de estar sempre rodeado de pessoas, contrastando com o isolamento e retidão dos mais céticos e racionais.
Parecia haver a necessidade de um pavio a ser queimado, um meio pelo qual Deus se propagar, e este seria o cérebro das pessoas. O resultado de tal teoria se resumia, tão somente, à questão físico-energética, independendo de fé, ímpeto e intenção. Assim, diante do sentimento crescente de revolta em constatar que a grande maioria tinha o amparo da Providência e eu não - na verdade, não O sentia, o que dava na mesma para a minha alma desesperada, embora houvesse a hipótese de Ele me amparar de fato - resolvi racionalmente que deveria abandonar tais sentimentos destrutivos, pois estavam me consumindo a ponto de eu não conseguir mais sobreviver dignamente, uma vez que me sentia excluído do mundo, das pessoas e, principalmente, do Próprio Pai.
A experiência:
Era 2 horas da manhã de 7 de dezembro de 2007. Fui me deitar de forma tão estúpida que, rastejante, desabei meu corpo na cama como uma carcaça de carne oca e emocionalmente desfigurada. Parecia haver um peso gigantesco sobre mim, que, faminto, devorava-me em longos e profundos suspiros. Decidi nem rezar mais, pois estava muito magoado com Deus, como sempre.
Mirei no alto do escuro, tentando me desviar do breu cáustico em que minha visão se deteriorava, na esperança de encontrar Deus em algum recanto ainda não explorado. Em voz alta, chamei: "- Deus. . . Deus. . . Deus!! Eu preciso muito conversar com o Senhor!!!".
Estariam sugestionados desde a infância a acreditar Nele? Foram obrigados a procurar uma crença com o intuito de dar sentido às suas vidas? Ou realmente o ser Deus existe, com presença física e identidade própria? Não importa qual hipótese seja verdadeira. O resultado todos nós, portadores de bom senso, já sabemos: suporta melhor os obstáculos da vida quem acredita e sente que Deus pode ajudá-lo. É uma das poucas coisas que não se pode comprar e que consegue tornar possível a sobrevivência e até o desfrutar da própria vida de uma pessoa completamente desprovida de recursos materiais e intelectuais, pois, se a Natureza enveredasse pela Lógica Humana, o mais fraco nunca teria artifícios para sobreviver numa realidade binária, em que ou se é forte e/ou rico ou fraco e/ou pobre.
Diante disso, parecia-me ilógico ser ateu, devido à probabilidade de Deus existir ser maior do que a de Ele inexistir, garantida pelo maior número e diversidade cultural de pessoas que têm fé em Deus, em detrimento da reduzida quantidade de céticos pertencentes a uma classe com predominância científica, essencialmente racional e portanto, limitada. Logo, acreditava que Deus existia, posto que para outras pessoas esse sentimento era significativo, real e até sagrado. Todavia, se tais pessoas até mais ignorantes ou de índole pior do que a minha podiam desfrutar de Deus e sua proteção, por que eu não poderia também?
Iniciou-se, então, minha procura por Deus, não com o intuito romantizado de encontrar o sentido da vida, mas simplesmente pelo desejo egoísta de também desfrutar de tal proteção, já que me parecia injusto competir com outros indivíduos que se muniam de amparo divino. Questão puramente energético-quantitativa, já que eu não queria sair em desvantagem. Passei 10 longos anos procurando mecanismos físicos para sentir Deus e até os mais clássicos, como orações, religiões e toda a sorte de cultura e estudos a esse respeito.
Longos e inúmeros foram meus "sermões" em monólogo sobre o porquê de Deus não permitir que eu O sentisse, uma vez que estava afoito e desesperado por tal sensação. De nada me adiantaram as súplicas para Ele, tampouco os meus pedidos "sinceros" para que o Todo Poderoso entrasse em meu coração e fizesse dele Sua morada, já que, invariavelmente, meus pedidos disfarçavam-se do, agora, "objetivo nobre de dar sentido à própria vida", mas que, em verdade, tinham sempre o fim de obter sucesso no campo amoroso, profissional e intelectual. Era de se esperar, por conseguinte, que tais súplicas fervorosas de auto-sugestão forçada logo se transformassem em reclamações frustradas minutos depois, quando meu imediatismo sufocante detectava taxativamente a ausência de Deus.
No auge da minha via crucis, cheguei à terrível e ingênua teoria de que Deus era uma "energia confortante cumulativa que se propagava mediante interações emocionais afetivas entre cérebros a curtas distâncias", em face de algumas conclusões meramente arbitrárias resultantes de minha observação. Energia "confortante", porque deixava menos ansiosa a pessoa que sentia a proteção divina. "Cumulativa", pois sentir ou não Deus parecia depender da concentração de certa energia sutil acumulada com o passar do tempo, explicando porque é difícil, tanto o ateu de acreditar em Deus, instantaneamente, quanto o crente fiel abandonar sua crença de forma abrupta. "Propaga-se por interações emocionais de afetividade entre cérebros a curtas distâncias", justamente porque o afeto é a força que faz o ser humano integrar-se à realidade, ser aceito e, assim, viver melhor, posto que construtivo. Obviamente, tal não seria alcançado com ódio (destrutivo). E, por fim, a "curtas distâncias", porque um traço marcante nos que acreditam em Deus é de estar sempre rodeado de pessoas, contrastando com o isolamento e retidão dos mais céticos e racionais.
Parecia haver a necessidade de um pavio a ser queimado, um meio pelo qual Deus se propagar, e este seria o cérebro das pessoas. O resultado de tal teoria se resumia, tão somente, à questão físico-energética, independendo de fé, ímpeto e intenção. Assim, diante do sentimento crescente de revolta em constatar que a grande maioria tinha o amparo da Providência e eu não - na verdade, não O sentia, o que dava na mesma para a minha alma desesperada, embora houvesse a hipótese de Ele me amparar de fato - resolvi racionalmente que deveria abandonar tais sentimentos destrutivos, pois estavam me consumindo a ponto de eu não conseguir mais sobreviver dignamente, uma vez que me sentia excluído do mundo, das pessoas e, principalmente, do Próprio Pai.
A experiência:
Era 2 horas da manhã de 7 de dezembro de 2007. Fui me deitar de forma tão estúpida que, rastejante, desabei meu corpo na cama como uma carcaça de carne oca e emocionalmente desfigurada. Parecia haver um peso gigantesco sobre mim, que, faminto, devorava-me em longos e profundos suspiros. Decidi nem rezar mais, pois estava muito magoado com Deus, como sempre.
Mirei no alto do escuro, tentando me desviar do breu cáustico em que minha visão se deteriorava, na esperança de encontrar Deus em algum recanto ainda não explorado. Em voz alta, chamei: "- Deus. . . Deus. . . Deus!! Eu preciso muito conversar com o Senhor!!!".
Mentalmente, como que por covardia, ensaiei, em silêncio, a minha mórbida despedida: "Deus, reconheço que és um inflexível. Que é preciso amá-lo ou deixá-lo. Não consegui amá-lo. Peço-lhe que me deixe, apague-se da minha memória, faça-me esquecer do Senhor e me destitua de toda a esperança, que nunca morreu, em que - um dia - poderias me ajudar. Mate minha esperança, ou eu me destruirei consumado pela sensação de que o Senhor me virastes as costas. Peço-lhe que me faça desacreditar em Ti, para que eu não me escore mais na possibilidade de teu amparo e caminhe, assim, com minhas próprias pernas. Apague-se da minha memória. Apague-se da minha memória!! Suma da minha vida!!!"
Completamente desguarnecido, sem o rancor, o sarcasmo e ironia com que sempre esmurrava a face invisível Dele, conclui friamente que era chegada a hora de uma decisão, pois meus 27 anos sofregamente vividos pareciam pesar como 100 para meu exausto espírito. Eu precisava de, pelo menos, sobreviver pelo resto de tempo que ainda me restava, antes de definhar sozinho e amargurado por uma existência falida e sem sentido.
Como num gesto simples de alguém que pede outrem por um isqueiro para acender o próprio cigarro, comecei a verbalizar o meu desejo, em alta e clara voz: "-Deus, peço-lhe que. . . "(silêncio:4 segundos). "-Deus, gostaria de pedir-lhe que. . . "(mais silêncio:6 segundos). "-Deus. . . "(silêncio mordaz: tempo indefinido). Subitamente, como se minha consciência fosse arrancada de uma órbita material e cega na qual esteve mergulhada por eternidades, meus olhos são forçados a abstrair uma fraca, mas crescente sensação de que algo se aproxima vindo do teto. Suavemente, alastra-se pelo concreto, excitando-lhe átomo por átomo, como o calor faria com uma barra de ferro.
Deparo-me, cara a cara, com uma Força da Natureza antiqüíssima, "milhonesimar"(sic), que parecia sempre ter estado ali, mas que de tão discreta, figurava-se-me mais sutil que o ar. Era como se o Sol se deslocasse de suas coordenadas astronômicas e se colocasse a me observar de perto, mas o fizesse com tamanha elegância e naturalidade, que parecesse apenas uma questão de concentrar um pouco mais de energia que estivesse ali estacionada para se criar um prolongamento invisível de seu corpo, que me tocou delicadamente o tampo da cabeça. Ele vinha de toda a parte, atravessando o que fosse, e se revelando como o todo onde tudo vive.
Embora colossal, veio-me como uma presença muito familiar, como um amigo de longa data, cuja afeição se me estendia antes mesmo do meu próprio nascimento. Ele chegou profundamente triste, abatido. Sua tristeza era tamanha que me fez interromper por 3 vezes o meu pedido verbal de despedida, tão constrangido eu estava diante daquele ser entristecido. Ele parecia estar completamente esquecido pela Humanidade, soterrado por escombros que Nele foram jogados pelo próprio Homem; escombros que se traduziam em desejos materiais, egoísmo e cobiça cegas. Mas mesmo na condição de Todo Poderoso Criador do Universo, Ele se desenterrou do amontoado e, acenando, como se dissesse "eu estou aqui", veio-me humildemente, como só o Verdadeiro Deus poderia fazer, a pedir: "Eu não quero ser esquecido por você. Eu estou aqui. Estou presente. Estou te assistindo". Mensagem esta que traduzi em palavras a partir de uma forte intuição que me veio mentalmente, como que por telepatia, sempre antes que eu ameaçasse pedir, em viva voz, para me fazer esquecê-lo.
Eu não suportei aquilo. Quando vi que não consegui amá-lo, eu quis deixá-lo. Mas Ele, ao invés disso, me amou. Meus olhos ensaiaram lágrimas não se sabe vindas de onde. Incrédulo com o que me era totalmente inesperado que acontecesse, surpreendi-me e pensei: "Não é possível. Estou me emocionando. " Uma lágrima, timidamente, escorreu do canto de meu olho esquerdo, e logo me pus a agradecer, de joelhos, por Ele estar me devolvendo a emoção. Passados alguns segundos, desabei num choro incontido, com soluços evocados das profundezas de meu açoitado espírito. Eu só tinha vontade de agradecer e agradecer o que Deus me estava proporcionando novamente: chorar. Tal não seria, de fato, surpreendente, se quem o estivesse fazendo não se emocionasse (tampouco chorasse!), a mínima insinuação de lágrima que fosse, há mais de 4 anos.
Como se estivesse ao meu lado passando-me a mão na cabeça, emitiu uma intuição confortante, como se me dissesse "Pode chorar, meu filho querido. Eu estou aqui". E sentindo a Sua tristeza ainda mais presente e cortante, logo deduzi por que Ele sofria tanto: "Ele sofre mais, porque ama mais". De repente, Ele fez com que toda a noção de vida que eu tinha, como sucesso intelectual, dinheiro, mulher e bens materiais implodisse terra abaixo, precipitando como uma vasta nuvem de poeira a cair lentamente no horizonte, revelando um ser humanóide com proporções continentais em pé e sozinho na imensidão do Universo. E eis que me vem outra intuição, a qual traduzo nestes dizeres: "Nada mais importa. Eu sou a razão de tudo. Eu sou a razão da Vida. "
Chorei incessantemente por 1 hora, com a face colada ao travesseiro, para abafar o barulho que não vinha do meu corpo, mas da minha alma. Até que não consegui mais respirar, pois as fossas nasais se entupiram completamente e, de tanta água perdida, já estava tendo dificuldades para poder respirar pela garganta, uma vez que ela estava demasiado seca. Logo pensei: "Que situação tragicômica. Agora que consegui sentir Deus, posso morrer sufocado pelo próprio choro. Causa mortis: engasgado pelo choro". Foi daí que parei e me reconstitui.
Aquele choro parecia me lembrar de algo remoto e muito primitivo, um déjà vu que me remetia aos primórdios: como nascera de novo, Deus fizera o papel do médico ao me dar palmadas para que eu chorasse novamente. Um choro de vida. Vida que me começa agora, aos 27 anos, quando finalmente eu posso dizer:"Eu sinto Deus. Deus me ama, e amar é simplesmente estar comigo sempre. " "Agarro suas mãos para nunca mais soltar, meu querido Pai!!".
Se eu pudesse resumir Deus em uma frase, eu certamente diria: "Há alguma coisa no ar. Eu não sei o que é. Só sei que está por mim. "
Conclusão:
Analisando racionalmente o acontecido, creio ter sido surpreendido por um fenômeno além dos domínios de meu próprio pensar, da minha própria vontade. Está-me claro que um elemento externo interagiu com meu íntimo numa comunicação por vias subliminares, mas com apelo em nível visceral. Foi uma experiência real e significativa, pois absolutamente nada me fazia chorar copiosamente há mais de 4 anos, mesmo diante de situações extremamente tristes de meu cotidiano ou mediante tentativas de forjar um estado emocional de completa instabilidade, através de estímulos visuais e sonoros considerados "fortes" e "comoventes" pela maioria das pessoas adultas.
Imediatamente após a experiência, eu me senti esgotado e fui dormir. Quando acordei, 3 horas depois, o modo com que eu olhava a realidade material à minha volta parecia revelar o aspecto perecível dos objetos e pessoas. Não estava mais refém do mundo. Não conseguia mais admirar tão devotadamente os ícones materiais e estéticos presentes no que eu julgava representar o auge da evolução, da perfeição, como pessoas muito inteligentes, bem sucedidas ou bonitas por quem eu me sentia naturalmente inferior. A partir do momento em que me deparei com o Ser Supremo, uma criatura ou força da natureza incapaz de morrer ou acabar, e dona de todas as outras coisas, nada mais parecia me impressionar como antes: da forma servil e cabisbaixa com que eu me portava diante dessa classe de pessoas, quando era incapaz de sentir Deus.
No momento em que Ele pôs a baixo toda a minha noção material e limitada de vida, pude assimilar e conceber como possível e viável um conceito que nunca havia sentido, na prática: o da eternidade. Era-me humanamente impossível assimilar tal conceito, uma vez que o raciocínio lógico não permitia simular essa propriedade imune ao Tempo ao qual estamos acostumados. Mas consegui entender que é, sim, possível a eternidade, porque o afeto, o amor que aquele ser me transmitiu me fazia entender, intuitivamente, que Ele estava comigo já antes da vida, está durante e estará presente além da vida. Como se a única certeza que você tivesse, enquanto corpo, fosse que vai morrer, e que, enquanto alma, que será amparado, acompanhado e amado por Deus, pois é o único que resiste a tudo, a Quem seria ingenuidade aplicar a noção de Tempo da qual a Física hoje faz uso. E por falar em Física, fisicamente, não me sinto mais sozinho quando estou isolado de outras pessoas. A sensação é de que há mais alguém comigo que está disperso no ar, mas sempre conectado com o meu íntimo. Antes de sentir Deus, eu não conseguia sentir nada além da matéria circundante, fria e inerte.
Entendi com a observação da experiência e do meu histórico enquanto ser pensante, que sentir Deus depende da realização de vários fatores, dentre os quais:
1- Não deixar que a razão humana suplante a noção de realidade: a razão exacerbada acaba impedindo que o indivíduo usufrua de outras faculdades suas de percepção (além dos cinco sentidos conhecidos), de cunho mais emocional e nível essencialmente subliminar, cujo estímulo só pode ser SENTIDO, não entendido. Uma pessoa cegada pela razão, pelo raciocínio lógico e simples associação de idéias (mais parecendo uma máquina que raciocina em modo binário: "1" ou "sim", "0" ou "não"), acaba sufocando ou deixando-se atrofiar a própria intuição ou "inteligência emocional". Logo, de nada lhe adianta toda a instrução e conhecimento científico do mundo se este ser carece de uma capacidade física: simplesmente não tem sensibilidade o suficiente para captar uma energia com freqüência tão sutil, que não pode ser humanamente vista, entendida ou explicada: mas apenas sentida. Assim, acaba por se ocupar em achar evidências e explicações - de algo muito além do pensar humano - ao invés de exercitar a sua sensibilidade, o seu AFETO ao próximo, a fim de reconectar-se com o Divino.
Aquele choro parecia me lembrar de algo remoto e muito primitivo, um déjà vu que me remetia aos primórdios: como nascera de novo, Deus fizera o papel do médico ao me dar palmadas para que eu chorasse novamente. Um choro de vida. Vida que me começa agora, aos 27 anos, quando finalmente eu posso dizer:"Eu sinto Deus. Deus me ama, e amar é simplesmente estar comigo sempre. " "Agarro suas mãos para nunca mais soltar, meu querido Pai!!".
Se eu pudesse resumir Deus em uma frase, eu certamente diria: "Há alguma coisa no ar. Eu não sei o que é. Só sei que está por mim. "
Conclusão:
Analisando racionalmente o acontecido, creio ter sido surpreendido por um fenômeno além dos domínios de meu próprio pensar, da minha própria vontade. Está-me claro que um elemento externo interagiu com meu íntimo numa comunicação por vias subliminares, mas com apelo em nível visceral. Foi uma experiência real e significativa, pois absolutamente nada me fazia chorar copiosamente há mais de 4 anos, mesmo diante de situações extremamente tristes de meu cotidiano ou mediante tentativas de forjar um estado emocional de completa instabilidade, através de estímulos visuais e sonoros considerados "fortes" e "comoventes" pela maioria das pessoas adultas.
Imediatamente após a experiência, eu me senti esgotado e fui dormir. Quando acordei, 3 horas depois, o modo com que eu olhava a realidade material à minha volta parecia revelar o aspecto perecível dos objetos e pessoas. Não estava mais refém do mundo. Não conseguia mais admirar tão devotadamente os ícones materiais e estéticos presentes no que eu julgava representar o auge da evolução, da perfeição, como pessoas muito inteligentes, bem sucedidas ou bonitas por quem eu me sentia naturalmente inferior. A partir do momento em que me deparei com o Ser Supremo, uma criatura ou força da natureza incapaz de morrer ou acabar, e dona de todas as outras coisas, nada mais parecia me impressionar como antes: da forma servil e cabisbaixa com que eu me portava diante dessa classe de pessoas, quando era incapaz de sentir Deus.
No momento em que Ele pôs a baixo toda a minha noção material e limitada de vida, pude assimilar e conceber como possível e viável um conceito que nunca havia sentido, na prática: o da eternidade. Era-me humanamente impossível assimilar tal conceito, uma vez que o raciocínio lógico não permitia simular essa propriedade imune ao Tempo ao qual estamos acostumados. Mas consegui entender que é, sim, possível a eternidade, porque o afeto, o amor que aquele ser me transmitiu me fazia entender, intuitivamente, que Ele estava comigo já antes da vida, está durante e estará presente além da vida. Como se a única certeza que você tivesse, enquanto corpo, fosse que vai morrer, e que, enquanto alma, que será amparado, acompanhado e amado por Deus, pois é o único que resiste a tudo, a Quem seria ingenuidade aplicar a noção de Tempo da qual a Física hoje faz uso. E por falar em Física, fisicamente, não me sinto mais sozinho quando estou isolado de outras pessoas. A sensação é de que há mais alguém comigo que está disperso no ar, mas sempre conectado com o meu íntimo. Antes de sentir Deus, eu não conseguia sentir nada além da matéria circundante, fria e inerte.
Entendi com a observação da experiência e do meu histórico enquanto ser pensante, que sentir Deus depende da realização de vários fatores, dentre os quais:
1- Não deixar que a razão humana suplante a noção de realidade: a razão exacerbada acaba impedindo que o indivíduo usufrua de outras faculdades suas de percepção (além dos cinco sentidos conhecidos), de cunho mais emocional e nível essencialmente subliminar, cujo estímulo só pode ser SENTIDO, não entendido. Uma pessoa cegada pela razão, pelo raciocínio lógico e simples associação de idéias (mais parecendo uma máquina que raciocina em modo binário: "1" ou "sim", "0" ou "não"), acaba sufocando ou deixando-se atrofiar a própria intuição ou "inteligência emocional". Logo, de nada lhe adianta toda a instrução e conhecimento científico do mundo se este ser carece de uma capacidade física: simplesmente não tem sensibilidade o suficiente para captar uma energia com freqüência tão sutil, que não pode ser humanamente vista, entendida ou explicada: mas apenas sentida. Assim, acaba por se ocupar em achar evidências e explicações - de algo muito além do pensar humano - ao invés de exercitar a sua sensibilidade, o seu AFETO ao próximo, a fim de reconectar-se com o Divino.
Em outras palavras, é como tentar traduzir a beleza de uma pintura a uma pessoa que ficou cega aos 13 anos (quando o pensamento lógico lhe subiu à cabeça, e a fez cortar laços com o seu Criador), por exemplo, e que, agora, só tenha meras referências táteis, materiais. Por fim, é mister comparar a razão exacerbada (aquela que faz o papel de Deus, ao homem ) como uma célula embrionária que nascera sob a luz divina e indiferenciara-se saudavelmente, mas que, devido a um racionalismo "radioativo"- porquanto agudo- sofrera mutação e vira-se na condição prepotente de ser Deus e também criar, resultando-se numa consciência distorcida, mal-formada: um câncer.
2- Desvencilhar-se de qualquer interesse material ou sentimental quando quiser interagir com a Providência. Estar firme na intenção ou "fé" e ser o mais verdadeiro e autêntico possível, desarmado de qualquer pensamento crítico. Ser o mais sincero possível com Ele, não importando se o que você sente é bom ou ruim. Nota-se que Deus não se deixa levar por chantagens emocionais ou blefes humanos, como era de se esperar, embora eu não conseguisse admitir essa possibilidade e sempre tivesse esperança de que ele se comovesse com o meu sofrimento disfarçado de segundas intenções.
3- É preciso que Ele, também, queira ou permita a aproximação, o que nos faz concluir que a paciência é premissa para um contato mais próximo com o Divino. Ele, como um ser único e com identidade, personalidade, possivelmente tem uma Física de valores diferente da nossa, assim como noção de justiça e tempo. Portanto, é desejável que se tenha paciência para que o contato se consuma no momento estipulado por Ele.
Eu, como um indivíduo essencialmente racional, mas, agora, com uma visão um pouco mais abrangente da vida, afirmo com toda a certeza: Ele existe sim. É fato. E também é igualmente verdade que nos ampara, embora não nos apercebamos de sua presença, dada a sutileza e discrição com que se disfarça em meio ao que chamamos de realidade.
É notável que, atualmente, Ele se encontre muito entristecido com a Humanidade, que parece ter se esquecido do que realmente é importante: viver o dia-a-dia, mas ligado aos princípios divinos, como possível forma de evolução do espírito, no período em que se encontra na Terra. É inteligível, também, por que motivo é preciso amar ao próximo: além dos benefícios claros, como satisfação do "mecanismo de recompensa" do indivíduo praticante do bem e preservação da ordem e da vida, é compreensível que nenhum pai goste de ver um filho seu sendo maltratado, por mais que este seja ruim. Deus parece, mesmo, comportar certas características humanas, como o fato de também sofrer, como o ser humano, e até de forma mais intensa (por amar mais), o que era impensável por mim, até então, uma vez que o "Criador de tudo" poderia, simplesmente, eliminar seu próprio sofrimento.
Lembre-se: "Há alguma coisa no ar. Eu não sei o que é. Só sei que está por mim". Sim, Ele sempre estará conosco até o fim dos tempos. Que esse pequeno depoimento sirva de esperança para os muitos ateus ou céticos que acreditam em Deus, mas não o sentem. Se Deus quiser ( e agora me faz sentido essa frase), vocês serão tocados como eu fui e como muitos outros milhões já foram. Pois acreditem: torna-se muito mais fácil viver sentindo-se amparado por uma Força Superior que realmente o assiste do que depender da cruel e taxativa Razão Humana que, infelizmente, torna-se o deus de muita gente. Viver sem Deus não faz sentido algum. É fato.
Portanto, busquem-no sempre. Nunca desistam. Demorei 10 anos para encontrá-lo. Vocês podem ter muito mais sorte (merecimento) que eu.
Fiquem com Deus.
Marco Eduardo.
19 comentários:
Lendo seu depoimento lembrei do livro de Jó. (Biblia Sagrada)
Dá uma lida e vai ver q o q escreveu tem sentido e vai poder afirmar como Jó:"Antes eu te conhecia de ouvir falar,mas agora meus olhos te veem."
Maggamestra
olá estou fazendo um comentario muito lindo seu texto
estou muito feliz depois que li esse commetario
Caro,
Acho que sua experiência foi sincera.
Mas, com toda franqueza, cético mesmo voce nunca foi.
Falo isso como quem está na trilha de procura ha muito tempo. Mesmo.
Nem tenho qualquer pretensão que voce me leve a sério, mesmo que acredite que voce acha que sua experiência foi genuína, mas lamento, não foi.
Com o tempo, com um ceticismo e um pensamento crítico bem cultivados (não é fácil para a maioria das pessoas, nem pra mim, admito) voce acaba se dando conta de que o tal Deus, o deus antropomórfico, o tal da Bíblia, não só não existe como é desnecessário. Tanto pra mim quanto pra um monte de gente por aí, gente esclarecida, resolvida, decente, etc. O que existe, a transcendência, o inominável, passa a anos luz da Bíblia.
Escrevo isso achando, que talvez, só talvez, voce coloque sua experiência em outra perspectiva. A gente se ilude, a mente prega peças, e numa situação de fragilidade psicológica essas coisas acontecem.
Acredite, a vida pode ser plena, boa, reconfortante e decente sem seu amigo lá de cima.
Se for isso mesmo, boa sorte na sua caminhada e espero que acabe sendo bom pra voce.
Bem, se quiser falar mais sobre o assunto pode me mandar um mail, só por favor, somente para poupar seu tempo, não estou aberto a proselitismos.
É fantático como no século XXI a boçalidade e a estupidez se baseando no mais profundo e ignóbil texto escrito, diga-se de passagem, por indivíduos de restrita capacidade de discernimento mental e profundamente ignorantes e desprovidos de conceitos morais primários, ainda influenciam indivíduos como vcs, lamentável. Não é à toa que vivemos nesse caos.
Que maravilha a sua descoberta com Deus, deixo como reflexão para a sua nova caminha que "Ter fé é cultivar uma pespectiva de vida eterna que não se limita a existencia terrena e que se sobrepõe ao ceticismo, visto que não ter fé não leva a nada, pois a expectativa de vida de um cetico termina aqui".
Essa sua experiência é o tipo clássico de alucinação noturna. É muito, muito comum especialmente entre aqueles que afirmam fazer viagens astrais, serem raptados por alienígenas, o que isso tem em comum com as viagens astrais e abduções? Sempre acontece de noite, a pessoa está deitada, prestes a dormir. Em vários casos as pessoas relatam paralisia no corpo, luzes, etc. Pode pesquisar. vc vai ver que existe uma explicação perfeitamente razoável e o mais interessante, pode ser repetida por hipnose ou com medicamentos.
O ceticismo é um caminho sem volta, pois ainda não soube de nenhum caso que não fosse perfeitamente natural. Inclusive este tipo de experiência que mesmo eu já tive o prazer de experimentar, mas fui cético o suficiente para entender do que se tratava.
Um pouco de ceticismo não faz mal à ninguém.
Têm um filme que relata um caso parecido com o seu ,se chama "Conversando com Deus",
Já estive em situações parecidas durante anos e anos e não obtive resposta alguma.
Mesmo assim não deixo de ver beleza em sua experiência. Creio que ajudará algumas pessoas, de certo modo.
Esse seu blog não explica nada racionalmente.
Isso é coisa da sua cabeça.
"O jeito de ver pela fé é fechar os olhos da razão." Benjamin Franklin
http://parodiaateista.blogspot.com
O importamte é nos sentirmos bem com a plenitude que sentistes depois de encontrar Deus.
Mas cada pessoa (ser espiritual aqui encarnado) vai ter que descobrir isto sozinho, saber o que lhe faz sentir bem em plenitude divida.
Acredito que Ele é a resposta da nossa existência e apenas com Ele a vida pode ser vivida. Mas confesso que ainda não consigo viver nesta plenitude. Mas acredito e tenho fé, uma hora verei as coisas diferentes.
Um forte abraço!
Fiquem com Deus!
Olá, gostei muito do seu texto.
Meu nome é Rubens, moro em Barbalha-CE. Sou crente e membro da Igreja Batista Diadema.
Saiba, meu amigo, que Deus ama muito você. Graças a Ele que nós existimos... Procure ler a bíblia diariamente, converse com Deus; se você não pediu perdão a Ele pelos seus pecados que vc faça isso logo...
Na Bíblia diz, em Romanos 3:23> Pois todos pecaram e destituidos estão da gloria de Deus.
em Romanos 6:26> o salário do pecado é a morte, mas, o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus.
em João 3:16> Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito. Para que todo aquele que Nele crêr não pereça, mas tenha a vida eterna.
Que Deus abençoe a tua vida!!!
Que a graça e a paz de Deus encha a tua vida!!!
Rubens de Oliveira Rodrigues
rubens-violao12@hotmail.com
Amigo, gostaria muito de conversar com você, estou tentando encontrar a Deus também, mas sou incapaz de sentí-lo, eu acho.
Sou um meio crente, meio cético... nem mesmo sei se isso é possível.
Mas peço sua ajuda para minhas idéias.
Meu e-mail: batistadesilva@gmail.com
Grato e aguardo.
acho me encontrei
"Deus é uma criança com uma fazenda de formigas , ele não planeja nada."
-John Constantine
(Constantine (filme))
Discuta:
E-mail : bruninhofadutra@hotmail.com
Tocar o intangível, perceber o invisível, parece que não conseguimos, mas é possível sim, pois Ele está mais interessado nesse encontro do que nós.
Esvaziar-se de si mesmo, reconhecer sua insignificância é uma forma. Cada um de nós pode.
Eu é que sei que planos tenho sobre vós, diz o Senhor, pensamentos de paz e não de mal para vos dar o fim que desejais. Então me invovareis passarei a orar a mim e Eu vos ouvirei.
Buscar-me-eis e me encontrareis quando me buscardes de todo vosso coração, serei achado de vós...
Jeremias 29: 11 e 12
Uma coisa que eu posso dizer, é que só você mesmo para explicar, tudo isso é de fato real na minha opinião, pois quem não conhece Deus é incapaz de explicar tamanha sensação, apenas quem conhece ele pode criticar, eu eu tenho absoluta certeza de que é real, já tive sensação de a presença de Deus, e olho momentos da minha fortaleza, e vejo ele me amparando, pois quando estou sem ele, fico saturada, sem luz.
Gostaria de conversar por e-mail com você. A busca de Deus representa uma demanda desesperada na minha vida. Se teu e-mail já estivesse disponível, te mandaria textos que te mostrariam do que estou falando. Há como a gente conversar?
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